sábado, 2 de agosto de 2014

DISNEY TEMÁTICO n°36 : Disney VIAGENS DO TEMPO — Agosto 2014/A capa!

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De todos os temas abordados nos especiais Disney dos últimos dois anos, os que geraram as melhores histórias foram, provavelmente, os que exploraram algum aspecto da ficção científica. E, de todas as vertentes desse gênero, a mais fascinante é, com certeza, a que estamos contemplando aqui. Desde que a espécie humana se deu conta da fluidez do tempo e desenvolveu mecanismos para contá-lo,
cada indivíduo neste planeta passou também a ter o irrefreável anseio de controlá-lo. Ou não é verdade que vivemos sonhando com a chance de mudar algo em nosso passado? Ou especular o que o destino nos reserva à frente? Fazemos isso até mesmo para amenizar nossas angústias. É por isso que o livro A Máquina do Tempo, escrito por H. G. Wells em 1895, ainda nos cativa. E filmes como De Volta para o Futuro, O Planeta dos Macacos original e O Feitiço do Tempo deixaram marcas tão profundas na cultura pop ocidental. A capa que ilustra esta edição, a propósito, foi inspirada em um seriado de TV: O Túnel do Tempo, de Irwin Allen, que fez a alegria de muita gente hoje com mais de 40 anos. Por mais bizarro que pareça, visitar o futuro seria teoricamente viável. O tempo, por exemplo, passaria mais devagar para um astronauta dentro de uma nave acelerando quase à velocidade da luz, como se ele ficasse congelado – de volta à Terra, ele estaria no futuro. Já viajar para o passado é absolutamente impossível. Isso, pelo menos, é o que dizem os melhores físicos do mundo. Nós, é claro, preferimos acreditar no Professor Zapotec e no Professor Pardal. E nas 10 histórias da Disney inéditas que reunimos neste volume. Dia 22 de agosto nas bancas das regiões Sul e Sudeste! Demais regiões receberão até novembro.
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Aconteceu ontem em São Paulo a abertura da Expo Disney 2014, feira anual de negócios promovida pela Disney Brasil. 
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Em um espaço de oito mil metros quadrados, no Transamérica Expo Center em São Paulo, os licenciados Disney das mais diversas categorias – 
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publicações, vestuário, brinquedos, alimentos, higiene pessoal, papelaria, entre outras – estiveram divulgando seus produtos e novidades para 2014/2015. 
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A Editora Abril, como um dos mais antigos e importantes parceiros da Disney no Brasil, 
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esteve presente ao evento com um stand movimentado, 
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com muitas revistas e livros em exposição. 
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A Expo Disney tem como objetivo gerar novos negócios e promover maior integração entre as empresas de licenciamento e os profissionais da indústria e varejo.
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Na foto: Carolina Pellegrini, diretora de publishing Disney para a América Latina, Pato Donald, morador de Patópolis, Paulo Maffia, editor de quadrinhos Abril, Sérgio Figueiredo, diretor de redação Abril, Ana Emília Silva, gerente de publishing Disney Brasil, e Pateta, que dispensa apresentações — em Expo Disney 2014.
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Charge N°34806!

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Charge N°34805!

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Tiras N°5928 : SNOOPY - Charles Schulz!

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Charge N°34804!

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Charge N°34803!

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Arquivos Turma da Mônica N°191 - O concurso do nome do Mingau!

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Em 1989 aconteceu o concurso "Ganhe um gatinho" para os leitores escolherem um nome para o gato da Magali, o novo personagem até então. Para comemorar os 25 anos do seu batizado, nessa postagem mostro todos os detalhes do concurso que deu muito o que falar na época. Até já havia falado um pouco na postagem sobre as "Promoções e Brindes dos Gibis da Editora Globo" e agora mostro detalhes como foi.

O Mingau foi criado em 1989, mas era apenas considerado o gato da Magali, sem ter nenhum nome. Por conta disso, a MSP criou a promoção "Ganhe um gatinho", em parceria com o "Gatil Black Magic" e com a ração de gatos "Gatsy", envolvendo histórias relacionadas e cupons para enviar para a MSP.

O pontapé inicial foi em 'Magali Nº 2' com uma história especial "Um nome para o meu gato", de 3 páginas. Nela, Magali chama o seu gato para ir na rua e se dá conta que ele não tem nome. O gato diz que tem porque todos os seus amigos o chamam de "Miau". Na hora, aparece a Mônica perguntando como vai o "Coiso" e a Magali fala que o gato dela é coiso nenhum e diz que ele não tem ainda e pede sugestão a Mônica, que sugere "Furungo" e depois "Botonho".
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Trecho da HQ "Um nome para o meu gato"
Aparecem o Cascão e o Cebolinha, que sugere, primeiro, nomes como "Chaninho", "Mimi" e "Fifi". A Magali não gosta porque são nomes comuns e aí o Cebolinha dá ideia de nomes como "Robson", "Rubens", "Cesar", entre outros (nomes do pessoal do estúdio) e a Magali não aceita porque não quer nome de gente.

Cascão sugere colocar o nome como "Cebolinha" e ele diz que só não pede para colocar de "Cascão" porque é nome de porquinho. Aí, a Magali tem a ideia de fazer um concurso com os leitores escolherem o nome do gato dela e participar da festa de batizado do gatinho. A turminha gosta e todos correm para enviar as sugestões deles. E o gato manda caprichar, terminando assim.

Na página seguinte, vinha o cupom para os leitores enviarem seus dados e a sugestão do nome do gato, devendo ser enviado até o dia 30 de maio de 1989. Como prêmio, o melhor nome sugerido, além de participar de uma festa de batizado realizada no Playcenter de São Paulo, seria sorteado a um leitor um gato persa de verdade, dado pelo "Gatil Black Magic", dentre todos que escolheram o nome vencedor. Esse mesmo cupom apareceu também em 'Magali Nº 3'.
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Cupom do concurso, tirada de 'Magali Nº 3'
Tanto na edição de 'Magali Nº 2' quanto na 'Nº 3', apareciam na capa uma faixa informando que naquela edição tinha a promoção "Ganhe um gatinho". E para o pessoal que ainda não sabia e ficar ciente do concurso, apareceram propagandas nos gibis dos outros personagens. Tiveram propagandas com ilustração da capa da 'Nº 2' e outra da 'Nº 3' com o mesmo texto, só mudando a capa. Abaixo, mostro a que foi estampada com a de capa de 'Nº 3':
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Propaganda tirada de 'Cascão Nº 59' (Ed. Globo, 1989)
Por conta disso, Mingau continuou sem nome nas suas histórias dos gibis da 'Magali Nº 3' e 'Nº 5'. Na 'Magali Nº 3' a sua história foi a "Banho de gato", já falada aqui, que, inclusive, em várias páginas apareciam propagandas nas laterais da ração "Gatsy". 

E em 'Magali Nº 5', o concurso continua divulgado na história "Procurando amizades", em que ele conhece o Bidu, Floquinho e Duque, dando dor-de-cabeça para os cachorros. O título aparece com a ótima sacada "O gato da Magali (ainda sem nome)" e no início o narrador o apresenta e fala que os leitores ainda estão escolhendo um nome para ele, como "Coiso", "Balonfo", "Saviano", etc, e ele, brabo, espera que os leitores tenham melhor gosto que esses. 
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Trecho da HQ "Fazendo amizades"
Vale lembrar que em 'Magali Nº 4' ele não apareceu, mas, curiosamente, ele teve uma história muda de 3 páginas, ainda com crédito "O Gato da Magali" no título, em 'Cebolinha Nº 31', de julho de 1989. Era raro ter histórias do Mingau, sem ser em gibis da Magali. Provavelmente colocaram para divulgação do personagem.

O resultado do concurso saiu no gibi da 'Magali nº 6', de julho de 1989, e mostraram essa propaganda anunciando a novidade nos gibis que circularam naquele mês:
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Propaganda tirada de 'Almanaque da Mônica Nº 13' (Ed. Globo, 1989)
Foi publicada nessa edição da Magali uma história especial de abertura "Enfim, um nome!". Na trama, Magali chama o gato para divulgar o seu nome na frente do Mauricio de Sousa e seus amigos. Ele adorou porque aguardava ansiosamente pelo resultado. Todos estão reunidos e quando a Magali vai falar o nome, surge um raio que a deixa muda. O gato se desespera e avança na Mônica para revelar o nome escolhido. Quando ela vai anunciar, fica muda também com o raio.
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Trecho da HQ "Enfim, um nome!"
O mesmo acontece com o Cebolinha, o Cascão e até com o Mauricio. O gato fica desesperado com a situação, até que surge o Capitão Feio que foi o responsável por enviar os raios  para que não divulgassem o nome escolhido. É que ele havia enviado a carta com a sugestão, mas o nome que ele sugeriu não foi o escolhido e, para se vingar, ele determinou que o nome vai ser o que ele quer.
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Trecho da HQ "Enfim, um nome!"
Quando o Capitão Feio anuncia que seria "Cafifonho", o gato fica furioso e avança no Capitão Feio, que consegue controlar a ira do gato, e aí começa a espirrar do nada enquanto o segura. Um monstrinho de sujeira aparece e revela que ele é alérgico a gatos, acabando, então com os seus planos. No final, ele faz a turma falar novamente e vai embora. E finalmente a Magali revela o nome escolhido pelos leitores: "Mingau". Ele adora e fica todo orgulhoso que todos estão chamando assim a partir de agora.
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Trecho da HQ "Enfim, um nome!"
Achei uma ótima sacada envolver o Capitão Feio na história, já que ele não aparece muito nas histórias solo da Magali. Nos últimos tempos, é mais comum aparecer mais em histórias do Cascão e da Mônica. Da Magali é raríssimo acontecer. 

Além da história, nesse mesmo gibi, apareceu um texto agradecendo todos os leitores que enviaram cartas e a relação dos nomes dos 65 leitores contemplados que escolheram o nome "Mingau" que participariam da festa de batizado e informando que durante a festa seria sorteado quem ganharia o gato persa do "Gatil Black Magic".
Resultado do concurso
Nesse gibi da 'Magali Nº 6', ele também apareceu em outra história com o Quinzinho cuidando dele, mas sem nome também. Provavelmente, foi criada antes do resultado do concurso. Até que em "Magali Nº 7' finalmente teve a primeira história solo, "Monstros"com o nome do Mingau no título. Nela, tudo com que ele brinca pensa que está lidando com monstros.
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Trecho da HQ "Monstros"
Nos gibis de dezembro de 1989, aparecia uma propaganda divulgando a ganhadora do gato persa, que foi a leitora Janaína Graciana da Silva, e falando que a festa do batismo foi um sucesso e agradecendo mais uma vez os 20 mil leitores que enviarem cartas sugerindo nomes.
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Propaganda tirada de 'Almanaque da Magali Nº 1' (Ed. Globo, 1989)
Sem dúvida, uma boa sacada da MSP criarem esse concurso. Muito marcante. Foi um belo trabalho de marketing de interatividade que estimula a criatividade das crianças para inventarem nome para o gatinho. O nome escolhido foi bem bolado, já que ele é branco que nem um mingau e tudo a ver com a gula da Magali. Muito bom relembrar. 

Termino com as capas das revistas com as histórias citadas na postagem.
Capas: 'Magali Nº 2', 'Magali Nº 3', 'Magali Nº 5','Cebolinha Nº 31',  'Magali Nº 6' e 'Magali Nº 7'.
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Créditos ;) Marcos Alves > http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2014/07/o-concurso-do-nome-do-mingau.html

Charge N°34802!

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Ria...Se Puder N°4241!

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Charge N°34801!

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Animação do DIA : Cotidiano - As minas do Rei Salomão!

Charge Especial N°34800!

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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Arquivos Turma da Mônica N°190 - Pelezinho Coleção Histórica Nº 6!

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Nessa postagem comento "Pelezinho Coleção Histórica Nº 6", que republica todas as histórias dos gibis Nº 16, 17 e 18 de novembro e dezembro de 1978 e janeiro de 1979, respectivamente, reunidos em um só volume com lombada.

Em todos os números desse volume apresentaram só 4 páginas de passatempos e, consequentemente mais páginas com histórias do que nos primeiros números. Também tiveram mais páginas de comentários em cada edição, e, com isso, não tiveram propagandas atuais no miolo, como tem que ser. Gostei disso. E infelizmente não são mostrados nos comentários informações de créditos com nome de roteiristas, desenhistas e arte-final, como fazem ultimamente na "Coleção Histórica Turma da Mônica".

A distribuição está cada vez pior. Nunca esse título chegou tão atrasado desde que foi lançado. Esse volume Nº 6 deveria ter sido lançado em abril de 2014 e só chegou em julho. Até no expediente final informa que é de abril. Não dá para entender o motivo de tanto atraso. Por ironia, no frontispício o Mauricio fala que "A Copa do Mundo 2014 já está batendo na nossa porta". Ou seja, atrasou tanto que só chegou depois da Copa e o texto ficou desatualizado. 

Outro ponto ruim da distribuição é que não são todas as bancas que estão vendendo. Até o Nº 4 todas as bancas vendiam e nesse volume, pelo menos aqui no meu bairro, apenas uma banca está vendendo, porém chegou 5 exemplares nela. Dá para perceber, então, que a tiragem ficou menor e bem limitada, e mais raro de encontrar por aí. O ideal era todas as bancas vendessem com tiragem igual a qualquer gibi. 

A seguir, faço comentários individuais de cada revista desse volume:.
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Contracapa com as capas das edições 16, 17 e 18
Comentários gerais:

Nº 16:

Foi até a página 50, incluindo um frontispício do Maurício na página 3 e com 5 páginas de comentários. 

Começa com a história "Os Gordinhos", em que Pelezinho e Cana Braba são chamados de gordos e então eles improvisam uma sauna, entrando em secadores de cabelo para emagrecer. Eles acabam dormindo e quando a Bonga abre a porta, eles saem voando e passam vários sufocos.

O gibi teve 9 histórias no total, com a tirinha final. Dá para notar que a temática futebol estava menos presente nesse gibi. Em 5 delas foram outros temas. Mas nas outras edições o tema futebol apareceu em quase todas as histórias, como de costume.

Uma história de destaque que gostei muito foi "Minha trave nova", em que o Frangão ganha uma trave de presente de aniversário, e a partir daí faz de tudo para que não aconteça nenhum mal com a trave, sendo capaz até de agarrar todas as bolas na partida de futebol. E, como não pode deixar de ser nessas histórias antigas, a presença de bandidos para dar mais confusão na história.  

Foi comentada uma história de 1 página do Frangão, coisa não muito comum na Coleção Histórica. Na capa, até que preservaram a cor roxa da camisa do Frangão que nem na original, mas a cor de fundo acabou ficando diferente. E dá pra notar que o Pelezinho era pintado bem mais escuro na Editora Abril em relação a Coleção Histórica. E também não colocaram o texto "Grátis: uma pintura mágica", e esse brinde nem foi citado nos comentários. Abaixo, a comparação das capas, sendo que a original de 1978 encontrei na internet:
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Comparação entre as capas da edição Nº 16,: a original de 1978 e a da Coleção Histórica
Nº 17:

Ocupa 48 páginas do gibi, com 6 páginas de comentários. A história de abertura é "O fim do mundo", em que há uma noticia que um planetoide vai colidir com a Terra dentro de 6 meses e o Pelezinho é chamado para desviar o planetoide da direção da Terra com suas habilidades de futebol.

Essa edição teve 7 histórias no total, com a tirinha final. Mesmo o gibi sendo de dezembro, não teve nenhuma história de Natal. Na época, não era todos os gibis que tinham histórias sobre a data e em determinados anos o Natal era completamente esquecido.

Teve um comentário errado na propaganda do gibi especial "Romeu e Julieta em quadrinhos" em que o Sidney fala que a história "originalmente saiu dividida nas revistas da Mônica e Cebolinha". Na verdade, ela foi publicada originalmente nesse gibi especial de 1978 da propaganda e foi republicada depois em 1979 nos gibis da 'Mônica nº 115' e do 'Cebolinha nº 82'. 

Aliás, essa peça estava em alta nessa época, já que tiveram várias propagandas relacionadas nas 3 revistas e, infelizmente, em nenhuma não dá para ler nada do texto de tão pequenas que ficaram. Porém, o anúncio da revista da Mônica vendida nos países latino-americanos como Colômbia e Venezuela, ficou em tamanho grande como forma de preencher os comentários. Era assim que tinha que ser o tamanho de todas as propagandas (ou até maior um pouco) e não em miniaturas que não dá pra ler nada.

A revista teve alguns erros de colorização na original e infelizmente corrigiram nessa reedição, sem falar nada nos comentários. Uma dessas mudanças foi na história "O convencido", em que o Jão Balão arma um plano infalível para que o Rex fique convencido a ponto de abandonar as partidas de futebol do Pelezinho. Nela, o Rex apareceu de cor laranja na original em um quadrinho e agora corrigiram para amarelo. Abaixo, a comparação, com imagem da original enviada por André Felipe:
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Comparação HQ "O Convencido": Rex apareceu laranja na original
A outra foi a cor dos olhos do Pelezinho na história "Sem carinho", em que o Pelezinho passa a usar chupeta como forma de chamar atenção de seus amigos que não davam atenção a ele. Na original, O Pelezinho apareceu com olhos brancos quando fechados em um quadrinho, e agora mudaram para marrom. E a Bonga tinha só parte do olho branco  e agora deixaram toda a região dos olhos brancos, descaracterizando a original. Abaixo, a comparação, com imagem da original enviada por André Felipe:
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Comparação da HQ "Sem carinho"
Nº 18:

Ocupa 50 páginas do gibi, com 5 páginas de comentários. Na história de abertura, "Tudo virado", Jão Balão arma um plano infalível que faz com que o Pelezinho pense que todo o interior a casa do Jão está de cabeça pra baixo.

Teve 10 histórias no total. Apesar de não mostrarem créditos nos comentários, na história muda "Pelé Adão" (em que um menino de rua pega a roupa do Pelezinho enquanto ele toma banho de rio e a partir daí passa sufoco quando o pessoal o vê pelado) mostrou informação de desenhista e arte-final, mas não mostrou quem foi o roteirista. Realmente a arte dessa história é fantástica, cheia de movimento.

Na última história, "Romance por água abaixo", em que Pelezinho e sua turma arrumam várias confusões quando resolve fazer uma fogueira no quintal da casa do Pelezinho, os traços ficaram do jeito que conhecemos e que ficou consagrado nos anos 80. Nessa fase prevaleciam os traços superfofinhos, e os traços como nessa história era uma novidade e um anúncio que algo estava mudando.
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Trecho da HQ "Romance por água abaixo"
Na capa reproduzida dessa Coleção Histórica, mostrou o selo "Ano internacional da criança 1979". Achei bom, porque nessas capas só mostram a ilustração, sem colocar nem a numeração das revistas e muito menos os respectivos textos com promoções e brindes, quando necessário. Para saber de que número se trata tem que ler os comentários.

Esses foram os comentários desse Nº 6. O volume  Nº 7 está previsto para agosto, mas como esse Nº 6 chegou só em meados de julho, vamos ver se o próximo terá ou não outro atraso tão grande como foi esse.
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Créditos ;) Marcos Alves > http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2014/07/pelezinho-colecao-historica-n-6.html

Charge N°34799!

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Charge N°34798!

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