quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Tiras N°6460 : Bichinhos de Jardim - Clara Gomes!

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Charge N°37282!

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Charge N°37281!

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Animação do DIA : Cotidiano - Ressaca carnavalesca!

Charge N°37280!

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Charge N°37279!

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Tiras N°6459 : Salmonelas - Benett!

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Charge N°37278!

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Charge N°37277!

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Blog do XANDRO - Especial de CARNAVAL!

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Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C..1É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.2 A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans,Toronto e Rio de Janeiro se inspiraram no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque.
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O Carnaval do Rio de Janeiro está atualmente no Guinness Book como o maior Carnaval do mundo, com um número estimado de 2 milhões de pessoas, por dia, nos blocos de rua da cidade.3 Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo.4
A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, aQuaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-Feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "Carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "Carnaval", sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazeres
Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-Feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-Feira Gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras).5 O termo mardi gras é sinônimo de Carnaval.
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O Carnaval de Salvador, ou imprecisamente Carnaval da Bahia, é uma festa popular de rua que é organizada anualmente em Salvador, no estado brasileiro da Bahia. Começou a evoluir a partir da diferença entre as classes sociais - carnaval de rua contra carnaval em clubes privados - resultando em uma inversão da ordem social, tornando uma celebração utópica de igualdade em que a divisão social está temporariamente suspensa. O Carnaval de Salvador começa 6 dias antes da quarta-feira de cinzas ou numa noite de quinta-feira. Em 2005, foi considerado o maior carnaval de rua do mundo pelo Guinness Book.1 2 3 Os foliões festejam em três principais circuitos: Dodô (Barra-Ondina), Osmar (Campo Grande-Avenida Sete) e Batatinha (Centro Histórico). Em 2013, foi criado o Afródromo,4 dedicado exclusivamente aos blocos afros e afoxés e formará um novo circuito no carnaval soteroplitano a partir de 2014, partindo do bairro do Comércio. Há também Carnaval nos bairros da cidade como em Cajazeiras, Itapuã, Periperi, Plataforma e Pau da Lima.5 6 Durante o evento, dezenas de cantores famosos desfilam nos trios elétricos, caminhões grandes, com luzes e som, acima do qual os artistas cantam e dançam . Dentre eles, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Claudia Leitte,Margareth Menezes, Chiclete com Banana, Asa de Águia, etc. Também tem os tradicionais blocos carnavalescos como o Olodum, Timbalada,Filhos de Gandhy e Ilê Aiyê. Cerca de dois milhões de pessoas participam das festividades anuais que duram quase uma semana, mergulhando na música e na dança. Durante dezesseis horas por dia a cultura popular brasileira atinge a sua máxima expressão e economia local e Salvador recebe um impulso de proporções inequívocas.
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Em 1950, Adolfo Dodô Nascimento e Osmar Álvares Macêdo, mais conhecidos como Dodô e Osmar, respectivamente, criaram a Fobica, umcalhambeque aberto adaptado para apresentações musicais na qual decidiram sair pelas ruas de Salvador com um motorista, para tocarem suas músicas e a partir daí o trio elétrico nasceu. Em 1952, o termo trio elétrico tornou-se genérico, em referência a um caminhão ou um ônibus que transportava os dois músicos ao redor das ruas durante o carnaval baiano. Em 1969, a canção de Caetano Veloso, chamada “Atrás do trio elétrico” acabou por popularizar o som do trio elétrico em todo o país. Hoje, a presença de caminhões de trio elétrico é uma das principais atrações do Carnaval da Bahia.7
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Fontes ;) > http://pt.wikipedia.org/wiki/Carnaval e http://pt.wikipedia.org/wiki/Carnaval_de_Salvador

Charge N°37276!

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Charge N°37275!

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Charge N°37274!

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Tiras N°6458 : Bichinhos de Jardim - Clara Gomes!

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Charge N°37273!

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Charge N°37272!

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Charge N°37271!

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Arquivos Turma da Mônica N°279 - Tirinha Nº 23: Cascão!

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Uma tirinha incorreta do Cascão em que ele elogia a fantasia de diabinho do Cebolinha, mas como faltou os chifres, Cascão dá seu toque especial e dá 2 pauladas na cabeça do Cebolinha. Muito engraçada.

Essa tirinha eu tirei de 'Cascão nº 232' (Ed, Globo, 1995), com o degradê em todos os quadrinhos, típicos dos gibis do segundo semestre de 1995. Mas, originalmente é bem mais antiga, saindo primeiro em tiras de jornais e em gibis anteriores a esse. Eles tinham costume de republicar tirinhas do final do expediente dos gibis, só mudando a colorização. 
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Créditos ;) Marcos Alves > http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2015/02/tirinha-n-23-cascao.html

Charge N°37270!

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Charge N°37269!

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Tiras N°6457 : Salmonelas - Benett!

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Charge N°37268!

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Charge N°37267!

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Ria...Se Puder N°4419!

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Charge N°37266!

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Charge N°37265!

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Tiras N°6456 : Tirinhas do Zé - José James!

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Charge N°37264!

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Charge N°37263!

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Arquivos Turma da Mônica N°278 - Dona Morte: HQ "A Morte ataca outra vez"!

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Capa de 'Cascão Nº 3' (Ed. Globo, 1987)
Mostro uma história em que mostra a Dona Morte passando sufoco em um baile a fantasia no Carnaval ao tentar levar as pessoas da festa para o além. Ela tem 6 páginas e foi publicada em 'Cascão Nº 3' (Ed. Globo, 1987).

Começa o narrador apresentando a Dona Morte, falando que ela era infalível, implacável e ceifadora de vidas humanas e alertando o leitor que ele poderia ser a próxima vítima. Dona Morte tranquiliza que não vai levar o leitor ainda e que a sua missão era em uma casa que estava acontecendo uma baile a fantasia.
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Dona Morte entra pela janela na casa, usando a sua entrada nº 84, que sempre deixa as suas vítimas impressionadas. Ninguém acredita que era a verdadeira Dona Morte e pensam que era alguém fantasiado. Por isso, o pessoal da festa dá um  fora nela, reclamando de que como entra daquele jeito. Um cara vestido de coelho pensa que era seu amigo Francis fantasiado. Dona Morte diz que não é o Francis e o "coelho" não acredita, continuando a pensar que era o amigo.
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Fabiana, a namorada do Francis pede para Dona Morte dançar com ela e se divertir, mas ela diz que não pode porque está de serviço. Ela acha graça, afinal eles estavam em uma festa. O jeito foi a Dona Morte dançar com ela e fica preocupada em perder o emprego por causa disso.

Nisso, chega o verdadeiro Francis fantasiado de Dona Morte. O "Coelho" estranha outra pessoa com a mesma fantasia, mas logo reconhece que era mesmo o Francis, que não gosta nada de ver outra pessoa dançando com a sua namorada e vai tomar satisfações e querendo briga. O "Coelho" impede, falando que foi só uma confusão. Francis aceita para não estragar a festa.
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O "Coelho" oferece bebida a Dona Morte. Ela recusa e revela que foi ao baile para levá-los por chegou a hora deles. Mas, coincide ser meia noite, a hora de todos tirarem as máscaras. Todos tiram e o "Coelho" pergunta se a Dona morte não vai tirar o capuz. Ela fala que não pode, o cara tira assim mesmo e então todos descobrem que era a verdadeira morte.

Todos ficam assustados e perguntam se vão morrer. Dona Morte confirma, falando que um avião vai cair sobre a casa dentro de instantes. O pessoal fica triste, achando uma tragédia e o "Coelho" achando ridículo morrer com aquela fantasia e pergunta se não pode quebrar o galho deles dessa vez. Dona Morte diz que é impossível, afinal ela é cruel, implacável, tem um nome a zelar e que já perdeu muito tempo lá.
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Todos começam a chorar muito e a Dona Morte se comove com a situação. No final, com a Dona Morte saindo da festa, o narrador volta a falar que ela era invencível, infalível, quando estranha e pergunta a ela aonde estão as vítimas dela. Ela dá um fora nele, dizendo que não interessa e até ela pode ter coração mole de vez em quando, confirmando que dessa vez ela se deixou levar pela emoção e não levou ninguém.
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Acho essa história legal, mostrando uma Dona Morte meio atrapalhada e dessa vez ela ficou com pena de levar suas vítimas justamente no Carnaval. Achei bom para variar um pouco. Eles sempre tratavam a morte nas histórias de forma divertida e leve, muitas vezes a Dona Morte se dava mal durante a história ou no final. Na postagem a coloquei completa. Como era de costume nas histórias da Turma do Penadinho, essa história teve vários personagens secundários que apareceram uma vez e nunca mais foram vistos. Tinham, inclusive, muitas histórias protagonizadas por esses secundários e a Dona Morte só aparecia no final. Gostava muito de histórias assim.

Muito bom o recurso do narrador no início e no final, interagindo com a Dona Morte. Era comum colocarem um narrador-observador interagindo, com os personagens conversando com o narrador, discutindo, dando bronca. Achava engraçado essa metalinguagem. Já os traços são maravilhosos, bem grossos e ficou fantástica a arte da Dona Morte sombria no primeiro quadrinho.
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Teve um erro de colorização na última página inteira, onde a sombra azul da Dona Morte ficou verde, a fantasia de coelho do homem ficou amarela em vez de rosa, a lua ficou rosa em vez de amarela e assim por diante. E visualmente não ficou ruim assim. Pelo que deu para entender, as cores foram invertidas. Acontecia isso de vez em quando nos gibis antigos e eu, particularmente, adorava quando acontecia. Só não sei se foi em todos os gibis assim ou se foram só determinado lote. O meu pelo menos ficou assim. Nos almanaques das editoras Abril e Globo, normalmente esses erros eram mantidos nas republicações, mas agora na Panini infelizmente sempre são corrigidos, inclusive na Coleção Histórica. 
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Créditos ;) Marcos Alves > http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2015/02/dona-morte-hq-a-morte-ataca-outra-vez.html