
quarta-feira, 16 de julho de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
Arquivos Turma da Mônica N°183 - Saiba Mais Nº 82: Magali 50 Anos!

Já nas bancas "Saiba Mais Nº 82" em homenagem aos 50 anos de criação da Magali. Nessa postagem comento sobre essa edição.
Assim como foi na edição Nº 75 em homenagem aos 50 anos da Mônica, fizeram uma edição semelhante agora com a Magali. Eu não costumo comprar essa revista "Saiba Mais" por ser muito didático, embora acho importante existir para o seu público alvo. E dessa vez comprei apenas pelo valor histórico do fato da Magali não ter muitas edições especiais desse tipo.
Essa edição é bem semelhante às demais "Saiba Mais". Tem uma história completa, 4 páginas de passatempos e jogo de montar. Os passatempos são relacionados aos 50 anos da Magali com o conteúdo que foi falado na história, uma espécie de "exercício de fixação" e se fizer após ler a história, fica mais fácil para resolvê-los. O jogo dessa edição é um bolo para recortar e montar. E no final dessa revista "Saiba Mais", como de costume nesse título, há uma página de outras curiosidades que ficaram de fora da história, comentando um pouco mais detalhado e, não apenas citando, além de mostrar uma galeria com os personagens que fazem parte da sua turma.
Sobre a história contada, ela tem 20 páginas, dividida em 2 partes. Infelizmente com os traços e letras digitalizados horrorosos que estão prevalecendo nos gibis atuais. Acho que pelo menos para uma revista especial, podiam ter caprichado mais nos traços e letras. Era o mínimo.
Na trama, Mônica leva um DVD que mostra toda a trajetória da personagem nesses 50 anos na casa da Magali e as duas assistem juntas. São informações simples, em ordem cronológica, sem dar muitos detalhes. Tudo que deveria ser falado no livro "Magali 50 Anos" em seções de curiosidades, foi falado nessa edição. Basicamente, só foram mostradas capas de edições "Nº 1" das revistas da Magali e de outros títulos que ela teve destaque pela primeira vez, como 'Gibizão Turma da Mônica Nº 9' (Ed. Globo, 2001) e 'Clássicos do Cinema Nº 19' (Ed. Panini, 2010).
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Uma página de "Saiba Mais nº 82 - Magali 50 Anos"
Ainda sobre capas, não dá para entender por que insistem em colocar a maioria das capas tiradas da "Coleção Histórica Turma da Mônica" em vez de colocarem as originais dos anos 70 e 80. Não colocaram o selo da CHTM, mas colocam o símbolo "Mauricio de Sousa Editora" e omitem os logotipos da Editora Abril ou Globo, quando são capas da Magali. Dentre os gibis já reeditados pela CHTM, apenas, a 'Mônica Nº 1' da Editora Abril e 'Magali Nº 6' da Editora Globo que colocaram as originais. Só lembrando que gibis a partir dos anos 90, colocaram os logotipos das editoras.
Não falaram que a Magali teve histórias próprias nos gibis da Editora Abril e Globo, antes de ter gibi próprio, mostrando só a primeira história com participação dela nos gibis dos outros personagens. Magali protagonizava várias histórias, com o mesmo nível de histórias solo do Titi, Jeremias e Humberto, por exemplo. Ou seja, era secundária, mas tinha histórias próprias e muito boas, por sinal.
Tiveram erros ao longo da edição como ao falar da campanha que a Magali fez para ganhar revista própria, falaram que foi em janeiro de 1989, mas na verdade foi em novembro e dezembro de 1988. Outro erro foi falado que o 'Almanaque da Magali Nº 1' (Ed. Globo, 1989) republicaram histórias do primeiro ano do gibi dela, mas na verdade foram republicadas histórias da Editora Abril até 1985.
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Uma página de "Saiba Mais nº 82 - Magali 50 Anos"
Há uma polêmica sobre a data de criação da Magali, se foi em 1963 ou 1964, mas isso eles acertaram e foi realmente sua primeira tira de jornal foi em 11 de janeiro de 1964. Pesquisei na página do site "Acervo Folha" do jornal "Folha de São Paulo" e a primeira tira da Magali realmente foi nessa data.
O erro foi do livro "Mauricio 30 Anos", então, e a confusão pode ser que a tira foi produzida em 1963 e ter sido publicada no jornal só nessa data. Afinal, o material é produzido com antecedência até ser publicado. Então, por causa disso considero a data oficial a que foi publicada no jornal (1964), porque foi quando o público viu pela primeira vez. Abaixo, mostro essa tira tirada do site do "Acervo Folha":
A primeira tirinha com a Magali, tirada do "Acervo Folha" (1964)
Achei interessante que colocaram o nome completo do Quinzinho e do Tio Pepo, os frontispícios dos almanaques, e também mostrar o texto do frontispício da edição da 'Magali Nº 6', que fala que a revista dela 'Nº 4' vendeu mais que a da 'Mônica Nº 29' (ambas de maio de 1989).
Enfim, não gostei dessa "Saiba Mais", poucas coisas relevantes e mostraram mais capas. E os traços e letras ficaram muito a desejar. Podiam ter falado mais sobre a personalidade da Magali, histórias que marcaram, falar da "Praça de alimentação da Magali" no Parque da Mônica, filmes estrelados pela personagem como "Mingau com Chuva" e "Branca de fome", além de mostrar brinquedos vendidos no comércio, como a "Magali Mix Faces" da "Mimo", por exemplo, entre outros.
Vale a pena só pelo lado comemorativo e não deixa de ser um mero caça níquel. Acho que não precisavam criar esse especial (nem o da Mônica) para contar essas curiosidades e podiam muito bem colocar no livro "Magali 50 Anos". Não duvido que façam outros especiais do "Saiba Mais"semelhantes para o Cebolinha, Chico Bento e Cascão, mesmo terem passado os 50 anos deles. Podem até colocar no título "A trajetória do Cebolinha", por exemplo, em vez de "50 anos", só pra não passar em branco.

Créditos ;) Marcos Alves > http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2014/07/saiba-mais-n-82-magali-50-anos.html
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Arquivos Turma da Mônica N°182 - Coleção Histórica Nº 41!

Nessa postagem comento sobre a Coleção Histórica # 41, formada pelas 5 revistas números 41: Mônica (1973), Cebolinha (1976), Chico Bento e Cascão (1984), e Magali (1991).
Dessa vez, é a Rita Najura quem está na capa do box, que marca sendo o primeiro gibi da Magali de 1991, e o primeiro dela dos anos 90. E continuará assim nos próximos 4 anos.
A distribuição até que foi um pouco mais rápida em comparação ao volume # 40, mas mesmo assim ainda chegando atrasada, pois é original de maio de 2014 e só chegou dia 7 de junho. A Panini precisava melhorar muito essa distribuição para que chegasse no final do mês, no máximo, porque sempre chegar de um mês para o outro é péssimo.
Histórias de abertura e comentários gerais:
Mônica - "Mônica, a voadora" - Mônica encontra uma capa mágica no meio da rua que tem o poder de voar e, com isso, o Cebolinha aproveita a situação e se torna seu empresário para ela se apresentar em um circo.
Todas as histórias desse gibi foram escritas pelo Mauricio de Sousa, mas em 2 histórias, dentre as comentadas, não informam créditos de desenhista nem arte-final. Em algumas, informam só quem desenhou, e em outras só arte-final. Foi comentada uma história de 1 página do Piteco, mas a da página 19, não.
Teve uma história do Penadinho nessa edição, algo raro nos anos 70. Em "A faxina", Penadinho tenta organizar sua cova tirando todo o lixo que não serve mais. Nessa época, ele ainda com contorno azul, e quando tinham histórias dele, eram sempre com o Penadinho contracenando com o Zé Finado ou outros fantasmas, já que os monstros (Zé Vampir, Lobisomem, Muminho, Frank, etc) não haviam sido criados até então. Eles só começariam a aparecer aos poucos no final dos anos 70 e, com mais frequência e inclusive protagonizando histórias, apenas nos gibis do Cascão a partir dos anos 80.
Dá impressão que mudaram o Penadinho falando "para o lixo" em vez de "pro lixo" ou algo semelhante, porque a fonte ficou esquisita. Mas, como não tenho a original, fica só sendo hipótese.
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Trecho da HQ "A faxina"
Cebolinha - "O Capitão Feio no reino do bueiro" - Cebolinha cai num bueiro sem querer. Cascão desce para ajudá-lo a sair de lá e os dois acabam descobrindo que o Capitão Feio é o rei do esgoto com os monstros de sujeira como súditos.
Foi a estreia do Capitão Feio morando em um esgoto e dos monstros de sujeira, que nessa época ainda não falavam e só emitiam sons. Uma ou outra história depois dessa, eles falavam, sendo de vez em quando, de acordo com o roteiro, mas passaram a falar em definitivo só a partir de 1989, quando também passaram a ter uma aparência mais simpática e ganharam personalidade.
Interessante que nessa história da CHTM # 41, o Cebolinha lembra de aparições passadas do Capitão Feio, ou seja, das histórias de 'Mônica # 31' (1972) e de 'Cebolinha # 36' (1975). É que o Capitão Feio não aparecia muito na época.
Nos comentários dessa história de abertura não mostram crédito nenhum de roteirista, desenhista e arte-final. Uma pena porque seria interessante saber quem a escreveu, pelo menos. Também não informam créditos na última história "O Rapto dos assobios". Aliás, informação de arte-final foi só na história da Tina.
Interessante uma história do cachorro do Louco perturbando o Bidu. Ele apareceu outras vezes também depois dessa. Quando não era o cachorro do Louco, era o próprio que enlouquecia o Bidu, já que nessa época o Louco aparecia para o Cebolinha, a Mônica (em suas respectivas revistas) e o Bidu.
Uma situação engraçada que gosto nessas histórias antigas é quando o personagem, depois de tanto perturbar o outro, fica desesperado com a cara de raiva do outro e o mistério do que faria com ele, deixando um suspense no ar, já que era só mostrado no quadrinho seguinte. O texto sempre é assim desse tipo: "Fulano? Que cara é essa!? Fulano!??". Era muito comum acontecer cenas assim, mais no final das histórias.
Aconteceu isso na história "Um dia de cachorro", em que o Cebolinha se passa por cachorro para provar que a vida do cachorro é melhor do que de gente. Aí tem a cena do Cascão desesperado com a cara do Cebolinha e o leitor imaginar o que ele ia fazer com o Cascão, que iria aparecer no próximo quadrinho. Muito engraçado:
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Trecho da HQ "Um dia de cachorro"
Até que nos textos aparentemente não tiveram alterações. Até poderia ter no pensamento do Cebolinha na história "Um dia de cachorro", só que dessa vez o Cebolinha pensa certo no gibi original. As alterações foram na colorização. Várias cores foram mudadas ao longo do gibi, como O que era amarelo em muitos quadrinhos ficou vermelho, etc.
Na história de abertura, o muro do 2º quadrinho era amarelo no gibi original para dar coerência ao 1º quadrinho que era amarelo. E agora alteraram para laranja, sem mais nem menos. Acho que tinham que manter a cor original, com coerência ou não, porque fica diferente da original. Abaixo, a comparação:
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Comparação da HQ de abertura: muro com cores diferentes
Outra mudança lamentável foi no nariz do Zé Lelé na história "Na subida do morro". Nos anos 70, o nariz dele era alaranjado ou vermelho. Nessa edição de 1976 era alaranjado, e agora colocaram da cor da pele para não ficar dando impressão que era nariz de palhaço. Só que mudaram a cor e nem foi falado da alteração nos comentários. Não gostei. Se o nariz laranja era a marca registrada do Zé Lelé quando foi criado, tinha que manter na CHTM. A seguir comparação:
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Comparação da HQ "Na subida do morro": Zé Lelé sem nariz laranja
A CHTM não segue o formato das revistas dos anos 70, que eram 2 cm maiores na altura. Por causa disso, a capa da CHTM dessa vez ficou um pouco diferente da original, deixando a coroa do Capitão Feio em cima do logotipo e o título da história ficou mais perto do logotipo, tudo para comportar o desenho no formato atual sem diminuir a proporção original. Por isso que acho que as revistas da Mônica e do Cebolinha da CHTM deviam seguir o mesmo formato para as capas detalhadas como essa não diferenciarem tanto das originais. Abaixo, a comparação da revista de 1976 e a da CHTM:
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Comparação das capas de 1976 e da CHTM # 41
Para constar, as imagens do gibi de 1976 foram enviadas por Washington Brito, já que eu não tenho a original.
Chico Bento - "O burro do Chico" - Chico é escolhido para ser o burro do teatro da paróquia da igreja e o Zé da Roça é a parte de trás. No caminho, eles passam vários sufocos até chegar lá.
Em relação ao formato, apenas esse gibi do Chico Bento ficou 3 milímetros maior na largura em relação aos outros da CHTM. Todas as histórias desse gibi do Chico tiveram créditos completos e não teve alteração no caipirês dos personagens. Tomara que continue assim. O brilho do cabelo do Papa-Capim já estava azul oficialmente, e se encontra assim até hoje. Com isso, não terá mais alteração nisso como estavam fazendo sempre.
Na história "Ai, meu pé!", em que o Zé Lelé tenta ajudar o Chico a ir para casa depois de torcer o pé, assim como aconteceu no gibi do Cebolinha, mostra também o Zé Lelé desesperado com o Chico irritado, com a cara misteriosa e imaginar o que o Chico faria com ele só revelados no próximo quadrinho. Muito bom. Abaixo a cena, e nota-se que mantiveram o caipirês do gibi original:
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Trecho da HQ "Ai, meu pé"
Destaque também para a história "Bodoque, o cavalo de corrida", em que um jóquei e o seu cavalo Bodoque são expulsos pelo empresário por sempre chegar em último lugar e, então, eles tentam reconstruir a vida trabalhando no sítio do Chico Bento. Interessante o tema sobre corrida de cavalos e engraçado ver a cena do cavalo sentado no banco da frente do carro que nem gente. Hoje inadmissível isso.
Cascão - "Um Carnaval aquático" - É carnaval e Cascão tenta driblar de todas as maneiras a brincadeira dos seus amigos de jogar água em quem passasse na rua, muito comum no Carnaval da época.
Coisa boa que não mudaram a arma de brinquedo que estava na cintura do Franjinha, como mostro abaixo:
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Trecho da HQ "Um Carnaval Aquático"
A história de 1 página da Turma do Penadinho foi comentada, sendo que não informou o roteirista de quem a criou. E além dessa, não informou crédito nenhum na história "Um desenho medonho", do Cascão.
Destaque para a história "Penadinho vivo?", em que a Dona Morte faz o Penadinho ressuscitar por engano e ele vai parar em um corpo de um homem, que passa a não reconhecer a sua família, já que é o Penadinho que está dentro do corpo. Gosto de histórias que os personagens trocam de corpos.
Magali - "Fazendo uma boquinha" - o vampiro Conde Bárcula faz várias tentativas de morder o pescoço da Magali na sua casa perto da hora da janta.
Magali começa os anos 90 com uma história com ótimo tema e ainda marca a estreia de um novo roteirista até então, o André Simas, que era assistente de desenho e passou a ser roteirista. E estreou em grande estilo. Todas as histórias foram comentadas com informações de créditos de roteiristas, desenhos e arte-final, incluindo informações dos letristas em cada uma.
Na história "Brincando com a Magali", em que tudo que as meninas brincam, faz a Magali lembrar de comida, Denise voltar a participar e, mais uma vez, com um visual diferente em relação às edições anteriores e do que se encontra atualmente. Tem também outra menina de figuração, sem nome revelado e que apareceu só nessa história. Aliás, na colorização mudaram o fundo roxo como era na original de 1991 para rosa, ficando diferente. Abaixo, uma imagem da Denise nessa história e a comparação da colorização do fundo:
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Trecho da HQ "Fazendo uma boquinha"
Em "Velhas Amizades" do Mingau, aparece o Gordão, um gato que foi amigo dele no tempo que ele morava em becos. Nos comentários, o Paulo Back errou dizendo que o Mingau nunca morou em beco e se trata de um passado alternativo dele. Na verdade, o Mingau já viveu na rua, passou muita fome e, então, era natural frequentar becos, antes de ser encontrado pela Magali, como o Mingau falou na história "Minha Dona", de 'Magali # 1', de 1989, sua estreia.
Nessa época, de vez em quando tinham histórias do Mingau reencontrando esses gatos que ele conheceu do tempo que ele morava na rua e essa história com o Gordão foi uma delas, que também apareceu só nessa história.
Eu gostava quando tinham histórias do Mingau contracenando com outros gatos na rua, procurando novos amigos e, não só com ele contracenando com a Magali em casa. Sempre achei que o Mingau devia ter uma turma fixa, mas esses gatos que apareceram nas suas histórias antigas, apareceram sempre uma vez. Só os seus 5 irmãos e, mais tarde, a Aveia, sua namorada fixa (que anda sumida), é que apareceram mais de uma vez.
Na capa, mais uma vez o selo da CHTM ficou ao lado do logotipo sem necessidade, com tanto espaço pra colocar em baixo. Eram pra deixar como ficou o gibi do Chico Bento: o símbolo "Mauricio de Sousa Editora" e numeração no lado esquerdo, e o selo da CHTM no lado direito.
Além disso, até que colocaram degradê na capa, mas ficou diferente da original, já que começava do azul para o verde, e nessa CHTM, colocaram tons de verde a amarelo. E a foca era azul no gibi de 1991 e agora deixaram acinzentada. Ficou diferente da original (para pior), mas pelo menos colocaram algum degradê, coisa que não fizeram na # 40. Abaixo, a comparação das capas:
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Comparação das capas de 1991 e da CHTM # 41

Créditos ;) Marcos Alves > http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2014/06/colecao-historica-n-41.html
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