domingo, 18 de janeiro de 2015

Gibis Disney : Disney BiG n°31 - A capa/Seleção de HQs!

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Dia 16 de fevereiro nas bancas(Distribuição Nacional)!
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Seleção de HQs desta edição 31.
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Em breve...
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Charge N°36912!

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Charge N°36911!

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Charge N°36910!

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Charge N°36909!

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Ria...Se Puder N°4395!

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Charge N°36908!

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Charge N°36907!

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Charge N°36906!

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Charge N°36905!

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Arquivos Turma da Mônica N°266 - Personagens Esquecidos 11: Manezinho!

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Manezinho foi um dos primeiros personagens criados pelo Maurício de Sousa e que foi esquecido, mas retornou anos depois. Nessa postagem, falo sobre esse personagem.

Criado em 1959, como o amigo do Franjinha nas tiras de jornais do "Bidu e  Franjinha", Manezinho não tinha personalidade definida, apenas foi um personagem secundário, por volta de 10, 11 anos de idade, para contracenar com o Franjinha. Nessa época foram criados também o Titi, Jeremias e Humberto, todos com essa finalidade e nenhum com característica própria, nem o Franjinha tinha, por sinal. Apenas o Humberto que já era mudo, só falando "Hum!"Hum!". O nome Manezinho provavelmente foi em homenagem ao jogador de futebol Mané Garrincha. 

Quando foi lançado o gibi do Bidu pela Editora Continental em 1960, os personagens também apareceriam nos gibis em peso, inclusive o Manezinho, mas sempre servindo apenas para contracenar com o Franjinha, como a gente pode ver na história "O Cachorro falante", que foi a de abertura de 'Bidu Nº 1', de 1960. Nela, um mágico tenta fazer o Bidu falar, mas a mágica dá errada e acaba o mágico trocando de corpo com o Bidu, fazendo com que o Franjinha pense que o Bidu está realmente falando.
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Trecho da HQ "O cachorro falante" ('Bidu Nº 1' - Ed. Continental, 1960)
Dá para notar que o Manezinho apenas fez participação nela e que os traços, tanto dele como de todos os personagens, eram completamente diferentes do que a gente vê hoje e até mesmo nos anos 70. Afinal, eram os primórdios dos trabalhos do Mauricio e nem estúdio tinha ainda.

Já na história "O ovo da discórdia", em que o Bidu e os meninos encontram um ovo gigante perto do campinho e cada um faz planos para tirar proveito do ovo, já que pensavam que era de dinossauro, Manezinho teve uma participação maior, com uma página só dele, mostrando o que ele faria com o tal ovo de dinossauro.
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Trecho da HQ "O ovo da discórdia" ('Bidu Nº 1' - Ed. Continental, 1960)
Manezinho apareceu também em outros gibis do Bidu da Editora Continental e nas tiras de jornais e quando o gibi foi cancelado apenas nas tiras. Em 1970, com o lançamento do gibi da Mônica pela Editora Abril, ele continuou aparecendo. Como os gibis passaram a ser coloridos, o Manezinho passou a ser colorido com camisa branca e bermuda vermelha. Logo na história de estreia de 'Mônica Nº 1', "A Mônica é daltônica?", ele faz participação no plano infalível criado pelo Zé Luís, para que a Mônica pense que é daltônica.

Nesse mesmo gibi, a história "O cachorro falante" foi relançada, só que sendo redesenhada, colorida e adaptada para o estilo dos gibis do final dos anos 60. Ou seja, tinha o mesmo roteiro, só que com mais falas, tanto que na história original de 1960 tinha 4 páginas no total, enquanto que na de 1970, passou a ter 8 páginas. Logicamente o Manezinho não podia ficar de fora nela.
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Trecho da HQ "O cachorro falante" ('Mônica Nº 1 '- Ed. Abril, 1970)
Em "Quem conta um conto", de 'Mônica Nº 2', de 1970,  também teve participação do Manezinho. Nela, o Franjinha ouve um comentário que sua barriga é supérflua e ele achando que é coisa boa espalha a novidade a seus amigos, que espalham também para todo mundo só que mudando a palavra para superfluor e superfuro, causando muitas confusões.
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Trecho da HQ "Quem conta um conto" ('Mônica Nº 2' - Ed. Abril, 1970)
Manezinho continuou aparecendo no início dos anos 70, até porque muitas histórias eram adaptadas dos gibis do Bidu da Editora Continental e também de tiras de jornais, já que muitas delas eram histórias que saíam diariamente de forma seriada, mostrando 3 quadrinhos por dia, ficando meses circulando. Depois, o Mauricio adaptava essas tiras dos anos 60 para serem aproveitadas em uma única história para os gibis.

Uma das últimas aparições do Manezinho em sequência foi na história "Bidu e o mágico", de 'Cebolinha Nº 15', de 1974. Nela, Bidu foge de casa depois do Franjinha reclamar que ele não sabe fazer nenhum truque que os outros cachorros fazem, e acaba virando atração de circo. Franjinha e Manezinho veem o Bidu na plateia e tentam salvá-lo de lá. Nessa, o Manezinho até estava com uma camisa azul, e, com isso, uma roupa diferente da tradicional camisa branca e bermuda vermelha.
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Trecho da HQ "Bidu e o mágico" ('Cebolinha Nº 15' - Ed. Abril, 1974)
A partir daí, Manezinho aparecia só de vez em quando no decorrer dos anos 70 e depois de algum tempo mais sumido, retornou participando na história "Zé Luis, o antiatleta", por volta de 1983 e republicada em 'Almanacão de Férias Nº 5', de 1989, em que o Zé Luís dá um chute na bunda do Manezinho jogando futebol e é expulso da partida. Com isso, o Anjinho tenta ajudar o Zé Luís a escolher o melhor esporte para ele praticar, só que nenhum dá certo. Nela, o Manezinho participa só na primeira página, e já com os traços adaptados para os anos 80.
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Trecho da HQ "Zé Luís, o Antiatleta" (republicada em 'Almanacão de Férias Nº 5')
Após essa aparição-relâmpago, Manezinho ficou sumido de vez, não participando mais de nada, ficando no limbo do esquecimento. Ficou sumido pelas circunstâncias de novas coisas surgindo e acabou ficando esquecido pela MSP. E ficou assim até em 2004, quando o personagem volta a aparecer nos gibis. 

Com a criação da Turma do Bermudão, o Manezinho foi lembrado e resolveram colocá-lo como integrante do grupo, junto com Franjinha, Titi e Jeremias. A Turma do Bermudão, um núcleo com personagens por volta de 10, 11 anos de idade (fase de pré-adolescência) e com histórias mostrando dilemas dessa faixa de idade de transição da infância para adolescência. Viviam de calças compridas até altura da canela cheias de bolso, denominadas "bermudões" e nas suas histórias, eles andavam juntos, falavam gírias, procuravam namoro e não aceitavam brincar com as crianças menores porque eles já se sentiam como adultos, além de querer que os outros seguissem o estilo de vida deles.
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Turma do Bermudão
Em algumas histórias, um deles ficaram de fora, só mostrando 3 personagens. De vez em quando, Cebolinha, Cascão, Xaveco e outros meninos menores queriam entrar para turma deles, mas sem sucesso, até por causa da idade.

Ao invés de criarem personagens novos para esse núcleo, preferiram colocar personagens já existentes. Por coincidência, os integrantes foram os mesmos da época dos gibis do Bidu da Editora Continental, só o Humberto ficando de fora, já que a partir dos anos 70, ele passou a ter a idade de 6 anos, as mesmas do Cebolinha e do Cascão, diferente nos anos 60, quando o Humberto era mais velho, com a mesma idade do Franjinha.

Uma história de destaque foi a "Turma do Bermudão no Parque, não", de 'Parque da Mônica Nº 144', de 2004. Nela, a Turma do Bermudão vai ao Parque e os meninos estranham a presença deles lá. Cada vez que eram vistos nos brinquedos, eles disfarçam, dando desculpas que não estão brincando, apenas vendo se estão funcionando e coisas semelhantes. No final, eles aceitam que ainda são crianças e vão brincar juntos com os meninos, com uma bonita mensagem  que não se deve privar de coisas que você gosta só porque cresceu e que a sociedade acha errado.

Nessa história tem até uma curiosidade do Jeremias não aparecer junto com eles,  só que aparece nela mais crescido que a Turma do Bermudão, aparentando ter a mesma idade do Zé Luís, que tem 16 anos.
Trecho da HQ "Turma do Bermudão no Parque, não" ('Parque da Mônica Nº 144' - Ed. Globo, 2004)
Além da Turma da Bermudão, o Manezinho também a aparecer sozinho às vezes, participando das histórias com a Turma da Mônica. Com a sua volta, ele passou a ter uma característica própria: o seu nome verdadeiro passou a ser Manuel, sendo filho de portugueses e foi falado que ele sumiu porque estava morando em Portugal.

Uma das histórias que ele aparece sem ser na Turma do Bermudão foi a "Conheço você de algum lugar", de 'Cebolinha Nº 232', de 2005. Nela, Dudu encontra o Manezinho na rua e diz que não o conhece, chegando a confundir com um ET e o tenista Guga. Após ver o gibi 'Mônica Nº 1' de 1970 do seu pai, Dudu descobre quem era o Manezinho, só estranhando que tinha cara pontuda. Manezinho revela, então, esse fato que sumiu porque estava morando em Portugal com os pais e que voltou. No final, depois do Manezinho ir embora, o Dudu encontra o Nico Demo, perguntando se  conhece de  algum lugar, começando a confusão novamente. tem umas tiradas engraçadas, o que estraga são as caretas exageradas, já comuns na época.
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Trecho da HQ "Conheço você de algum lugar" ('Cebolinha Nº 232' - Ed. Globo, 2005)
Em 2007, Manezinho ganhou um irmão caçula, o António Alfacinha, que veio de Portugal para morar com ele. Estreou em 'Cebolinha Nº 7' na história "António Alfacinha (O miúdo luso)", dividida em 3 partes, em que o Alfacinha ensina a Turma do Bermudão e o Cebolinha palavras curiosas da linguagem portuguesa, como "encarnada" que significa "vermelha", "catita", que é "engraçado", "xaveco", que é "velharia", e assim por diante, e ainda participa de um plano infalível contra a Mônica.
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Trecho da HQ "António Alfacinha (O miúdo luso)" ('Cebolinha Nº 7' - Ed. Panini, 2007)
Vale lembrar que nessa história, o Franjinha não pareceu na Turma do Bermudão e o personagem António Alfacinha anda sumido também dos gibis.

Manezinho continuou a aparecer com frequência em outras histórias depois dessa com a Turma do Bermudão até por volta de 2012, mas nos últimos anos, tem aparecido poucas histórias desse grupo e nem histórias do Manezinho sozinho, contracenando com a turma. Acredito que não seja uma volta do personagem ao limbo, mas é que como os gibis novos estão cada vez mais voltados a crianças bem pequenas até por volta de 8 anos, então histórias da Turma do Bermudão não correspondem com a faixa etária do público alvo. Quando algum enredo puder encaixar o Manezinho, ele aparecerá de novo e com certeza quando tiver história da Turma do Bermudão, o Manezinho estará também.

Termino mostrando algumas capas dos gibis citados na postagem com presença do Manezinho:
Capas: 'Bidu Nº 1' (1960), 'Mônica Nº 1' (1970), 'Mônica Nº 2' (1970), 'Cebolinha Nº 15' (1974), 'Almanacão de Férias Nº 5' (1989), 'Parque da Mônica Nº 144' (2004), 'Cebolinha Nº 232' (2005), 'Cebolinha Nº 7' (2007)
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Créditos ;) Marcos Alves > http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2015/01/personagens-esquecidos-11-manezinho.html

Charge N°36904!

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Charge N°36903!

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Charge N°36902!

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Charge N°36901!

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Animação do DIA : Espinha e Fimose - Bad trip!

Charge ESPECIAL N°36900!

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Charge N°36899!

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Charge N°36898!

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Charge N°36897!

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sábado, 17 de janeiro de 2015

Arquivos Turma da Mônica N°265 - Cebolinha: HQ "Eu amo ser mau"!

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Capa de 'Cebolinha Nº 53' (Ed. Globo, 1991)
Nessa postagem, mostro uma história em que o Cebolinha virou um diabinho de verdade, causando muitos problemas para ele. Ela tem 11 páginas no total e foi publicada originalmente em 'Cebolinha Nº 53' (Ed. Globo, 1991).

Começa o Cascão convidando o Cebolinha para jogar futebol, mas o Cebolinha, de forma bem grosseira, diz que não vai porque depois que ele suar, ninguém vai suportar o cheiro. Cascão vai embora profundamente magoado.
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Cebolinha, sem remorso nenhum, fala aos leitores que a verdade às vezes dói. Em seguida, ele encontra o Sansão no chão e começa a dar nós na orelha, quando chega a Mônica. Ele taca o Sansão na cara da Mônica, que fica furiosa e corre atrás dele. Magali aparece com uma melancia na mão e o Cebolinha, sem pensar duas vezes, faz a Magali tropeçar, fazendo que a melancia caia na cabeça da Mônica.
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Cebolinha caminha mais um pouco e cai em um precipício. Enquanto vai caindo, ele fica desesperado, pede ajuda a alguém, falando que faria qualquer coisa. Até que uma mão gigante o segura e fica aliviado, dando graças a Deus. Quando vai ver era o Diabão que havia o segurado. Diabão fala que só ele mesmo para ajudar um garoto tão mal como o Cebolinha.

O Diabão fala que como o salvou, agora a vida do Cebolinha pertence a ele. Diz ainda que é o maior fã dele, que só o tropeção que ele deu na Magali foi o máximo. Com isso, transforma o Cebolinha em um diabinho, com chifres e tudo, dizendo que o Mauricio esqueceu desses detalhes quando o criou. O Diabão vai embora e o Cebolinha fica desesperado, falando pra não deixá-lo assim.

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No caminho, Cebolinha encontra Jeremias e Titi, que pensam que ele estava com uma fantasia. Cebolinha corre para casa e quando chega a sua mãe o vê como diabinho. Cebolinha diz que estava brincando de pegador com a turma e que a fantasia era eles correrem mais de medo.

No quarto, enquanto ele pensa o que vai fazer, a Mônica aparece pra ajustar as contas pelo o que ele fez. Cebolinha foge pulando pela janela, mas a Mônica consegue pegá-lo pelo rabo. Ela estranha, perguntando que fantasia é aquela. Cebolinha diz que virou um diabinho e a Mônica brinca que como ele pode virar uma coisa que ele sempre foi. Então, cebolinha chora, saindo fogo da boca dele, queimando a Mônica, que foge de medo. 

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Bem ou mal, Cebolinha conseguiu derrotar a Mônica, mas ele não gostou, querendo saber como ele conseguiu fazer aquilo. No caminho, as pessoas da rua fogem de medo dele e acaba espetando a bunda de um homem, sem querer com a foice. As rádios anunciam que há um diabinho solto pelas ruas. Nisso, um policial e um grupo de pessoas o veem e tacam pedras no Cebolinha, mandando cair fora de lá.
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Cebolinha se esconde atrás de uma pedra gigante e chora. O Diabão aparece de novo, mandando o Cebolinha acabar com o pessoal que está perseguindo porque deu poderes para isso. Quando surge o Anjinho, falando ao Cebolinha que pode vencê-lo. Nessa hora, o Diabão esmaga o Anjinho, como se fosse um mosquito, deixando o Cebolinha furioso, voltando a soltar fogo pela boca. 
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O Diabão fica indignado, achando que é com ingratidão que o Cebolinha paga os empréstimos dele, e então, resolve destransformar o Cebolinha, tirando todos os seus poderes e para se vingar o deixa caindo no precipício, antes de salvá-lo.

Nessa hora, o Anjinho acorda depois de ter sido esmagado e vê o Diabão jogando o Cebolinha no precipício. Enquanto cai, o Cebolinha pede ao Pai do Céu ajudá-lo. Anjinho o salva de lá e diz que dessa vez chamou o nome acerto. Afinal, "alguém" pode ser qualquer um e tem que pedir ajuda é a Deus.
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Cebolinha agradece o Anjinho e volta a ficar feliz. No caminho, vê o Cascão com o Sansão, pedindo ajuda com o que fazer com ele. Cebolinha não o ajuda, dizendo só "sinto muito", como forma de dar um tempo nas maldades. Cascão estranha e nessa hora surge no chão o Diabão, querendo dar uma mãozinha ao Cascão, como forma de ser o novo aliado, terminando assim.
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Acho essa história muito boa e criativa, discute até que ponto travessuras de criança podem ser consideradas normais para a idade ou maldades mais sérias. De fato, o Cebolinha estava agindo mal com seus amigos e o Diabão aproveitou as suas atitudes para o Cebolinha se tornar o seu aliado.

Tem uma bonita lição de moral para se dirigir sempre a Deus, quando deseja algo. O Cebolinha dá um tempos na maldade no final dessa história por causa que tudo que passou, mas logo depois voltou tudo ao normal normalmente. No final, fica a dúvida se o Cascão aceitou ajuda ao Diabão, ficando interpretação do leitor, coisa comum na época finais assim em aberto para a interpretação de quem está lendo.
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É completamente impublicável hoje, porque na visão da patrulha do politicamente correto, essa história pode causar muitos traumas nas crianças. Afinal, um Diabo gigante perverso, Cebolinha transformado em diabinho, soltando fogo pela boca, deixando a Mônica toda queimada. A cena mais forte acredito que seja o Anjinho sendo esmagado pelo Diabão como se fosse um inseto. Na época eu não fiquei com medo e muito menos traumatizado com nada disso, achei até engraçado, mas como hoje tudo gira em torno do politicamente correto, e que acham que tudo vai traumatizar, sem chance dessa história ser republicada de novo nos dias atuais. 
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Os traços são perfeitos, bem grossos, acho que nunca deviam ter mudado. Gostei muito no título, colocaram um coração preto no lugar da palavra "amo". Tudo a ver. Na postagem a  coloquei completa. Outra coisa boa que teve até um erro de colorização, com a mão do Diabão sem ter ficado laranja quando destransforma o Cebolinha. Eu adorava quando acontecia esses erros, porque prova que tudo era feito de forma artesanal. Muito bom.
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Uma curiosidade é o fato de ter propaganda do "Grupo Ama" (uma escola que ensinava a tocar instrumentos musicais) na lateral direita da 1ª página, que fiz questão de manter na imagem da postagem. Era muito comum na época ter anúncios assim e até mesmo inseridos no rodapé das histórias. Nessa foi só na 1ª página, mas as vezes em várias páginas tinham anúncios nas laterais. Aliás, o "Grupo Ama" ficou muito conhecido nos anos 80, já que nos gibis vinham aulas ensinando a tocar violão e outros instrumentos musicais, junto com promoção para ganhar muitos prêmios.
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Créditos ;) Marcos Alves > http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2015/01/cebolinha-hq-eu-amo-ser-mau.html

Charge N°36896!

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Ria...Se Puder N°4394!

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