
segunda-feira, 27 de março de 2017
domingo, 26 de março de 2017
Arquivos Turma da Mônica N°560 - Capa da Semana: Cascão Nº 96!

Nessa capa, Cascão fica desesperado quando vê uma poça d'água no final do escorregador e empata a passagem da turma poer causa disso, sem saber o que fazer para escapar dela. É daquelas capas que permitia imaginar o que aconteceu na sequência da cena, muito comum na época.
A capa dessa semana é de 'Cascão Nº 96' (Ed. Globo, Setembro/ 1990).

Créditos;) Marcos Alves > http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2017/03/capa-da-semana-cascao-n-96.html
Tiras N°8221 : Turma da Mônica - Mauricio de Sousa!



Edição anterior > Tiras N°8210 : Turma da Mônica - Mauricio de Sousa!

Rei que é rei sempre dá um jeito de virar capa de revista. Parece até leonino! Não, pera...
sábado, 25 de março de 2017
Submundo HQ N°149 : "Deadpool 2": O 1º Teaser-Trailer (Legendado)...
Pra quem ainda não viu... Vale a pena uma conferida no 1º teaser-trailer de "Deadpool 2": Exibido nos EUA em algumas sessões antes do filme: "Logan"! Aparentemente, não há a menor relação do teaser com a história do 2º filme do Mercenário Tagarela, mas é divertido assim mesmo e mantém o estilo nonsense (com alta dose de humor negro) que caracteriza o personagem. Não falta nem a participação especial de Stan Lee, rs!
Confiram acima... (E se bobear, apenas esse teaser corre o sério risco de ser melhor do que muito filme de super-herói que está por vir, hehe)!
Até+

Créditos;) Leo Radd > http://submundo-hq.blogspot.com.br/2017/03/deadpool-2-o-1-teaser-trailer-legendado.html
sexta-feira, 24 de março de 2017
Arquivos Turma da Mônica N°559 - HQ: "Magali na Maternidade"!

Capa de 'Magali Nº 149' (Ed. Globo, 1995)
Mostro uma história de quando a Magali causou muita confusão quando foi na maternidade visitar a sua prima que havia acabado de ter um filho. Com 16 páginas no total, foi publicada em 'Magali Nº 149' (Ed. Globo, 1995).
Mostro uma história de quando a Magali causou muita confusão quando foi na maternidade visitar a sua prima que havia acabado de ter um filho. Com 16 páginas no total, foi publicada em 'Magali Nº 149' (Ed. Globo, 1995).
Magali e sua mãe, Dona Lili, vão visitar na maternidade a prima Júlia, que tinha acabado de ter um filho. Magali pergunta aonde está o bebê e a prima Júlia diz que só vem às 4 da tarde porque está no berçário e na hora de mamar a enfermeira traz.

Enquanto a mãe e a prima estão conversando Magali procura o que fazer na maternidade até o neném chegar, que ainda ia demorar 1 hora. Nesse instante, chega a enfermeira com o chá da tarde. Magali já fica com vontade de comer tudo e a sua mãe diz que é o lanche é para a prima Júlia, que acaba oferecendo uma bolacha para a Magali. Em seguida, chega a família toda fazer visita, trazendo bombons, frutas, docinhos. Magali pensa que é para ela, mas fala que é para Júlia.

Magali aproveita que estão todos conversando e vai atrás de comida pela maternidade. Ela encontra um carrinho de chás que a enfermeira estava levando para as mães e a Magali acaba roubando o carrinho e toma e come tudo escondido. A enfermeira a flagra comendo e Magali corre pela maternidade e acaba entrando em uma sala só de pessoal autorizado. Lá, ela consegue se disfarçar de enfermeira, colocando espanador da vassoura na cabeça como peruca loira.

Magali sai e encontra o berçário e fica imaginando qual dos bebês é o da prima dela. Então, aparece uma enfermeira e pede para Magali a substituir porque está com dor de cabeça e vai pegar um comprimido. Magali diz que não tem problema porque todos os bebês estão dormindo e vai na geladeira ver o que tem de bom para comer. Ela encontra várias mamadeiras e se prepara para tomar uma, com intenção que só uma não ia fazer falta, quando outra enfermeira aparece e Magali diz que está substituindo a Olga e disfarça que estava testando a temperatura das mamadeiras.

A enfermeira diz que está na hora de levar os bebês para os quartos do andar e era Magali que teria que levar. São bebês para casais negros, orientais, loiros e o da prima Júlia, que ela entrega o bebê no seu colo tapando o rosto para não ser reconhecida. Depois que Magali entrega, eles notam que os bebês foram trocados e as mães fazem escândalo no corredor da maternidade. Elas reclamam com a "enfermeira baixinha", perguntando o que fez com os filhos delas, quando chega outra enfermeira querendo saber o que estava acontecendo e pergunta se não olhou as identificações. Magali diz que não sabia e a Dona Lili reconhece que era a sua filha e arranca a peruca dela.

No final, Magali fica de castigo no quarto sem ver o filho da prima. O pai da criança fala que o filho é uma gracinha mamando e a Magali diz que é um guloso. Na rua, Dona Lili diz que para Magali que passou dos limites e que não vai mais trazer pra visitar a prima. Magali diz que não precisa e achou a visita uma chatice e nunca mais vai pôr os pés em uma maternidade. Então, passam os anos e no final aparece a Magali adulta dentro da maternidade amamentando o seu filho, e comenta que "nunca diga nunca". Afinal, para ter seu filho ela teve que voltar a entrar em uma maternidade.

História muito legal com a Magali fazendo de tudo para comer alguma coisa na maternidade ainda mais sem ter nada para fazer lá. Engraçado ver a Magali disfarçada de enfermeira e ter trocado os bebês. Do tempo que Magali era capaz de tudo para comer, até precisando enganar, trapacear para ter o que quer.

Nessa história apareceu Júlia uma prima da Magali que tinha acabado de ter um filho. Magali foi a personagem que mais teve parentes sendo retratados nas suas histórias. Alguns criados de forma fixa como a Tia Nena, Tio Pepo, suas avós por parte de mãe e pais e outros que apareceram apenas uma vez, normalmente primos e tios. Muitas vezes eram pessoas da família da roteirista Rosana que ela homenageava nas histórias.

Todos os personagens tiveram seus familiares nas histórias, que sempre tornavam as histórias bem divertidas, mas a Magali foi que teve mais frequência e dava um diferencial em seus gibis. Primos dos personagens eram mais comuns.

Os traços muito bons, bem caprichados. O enquadramento que ficou 6 quadrinhos por página em vez dos tradicionais 8 dando impressão de uma história grande. Interessante o título ser formado com o letreiro da maternidade. Era bem comum ter títulos formados com placas ou falas dos personagens.

Créditos;) Marcos Alves > http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2017/03/hq-magali-na-maternidade.html
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