terça-feira, 2 de maio de 2017

Arquivos Turma da Mônica N°569 - Magali Nº 53 - Editora Globo!

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Em junho de 1991 chegava nas bancas o gibi 'Magali Nº 53'. Nessa postagem faço uma resenha de como foi esse gibi.

Tem uma capa muito caprichada com a Magali escalando uma montanha na intenção de pegar o ovo que a urubu estava chocando para fazer ovo frito. O gibi teve 6 histórias no total, incluindo a tirinha final. Como histórias de secundários nessa edição foram com Dudu e Mingau, como era a particularidade nos gibis quinzenais da Magali. A do Dudu teve participação da Magali e na do Mingau, não.

Abre com a história "Magali e o saco sem fundo",de 13 páginas. Nela, Magali faz malcriação no supermercado quando pede um saco de bala para a sua mãe, Dona Lili, após ela ter enchido o carrinho com tudo no mercado. Uma senhora ouve a malcriação e fala para Magali que se continuar assim, o homem-do-saco vai levá-la, junto com todas as outras crianças malcriadas. O saco é sem fundo e as crianças não saem nunca mais de lá. Magali não acredita na história e depois que Magali vai embora com a mãe, a senhora, que na verdade é uma bruxa, sai voando pela janela para contar tudo para o seu primo Fredregunço, o homem-do-saco.
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Trecho da HQ "Magali e o saco sem fundo"
Depois, Magali comenta com a Mônica na rua que a mãe não deixou levar umas balas do mercado, fez birra lá e não adiantou. Mônica imagina que ela já tinha comprado o mercado inteiro e fala que devia ser mais obediente com a mãe, assim como ela é com seus pais. Nessa hora, aparece o Fredregunço e pergunta qual delas é a Magali. Ela se apresenta e ele taca o saco em cima dela para colocá-la dentro. Mônica exige que solte a amiga e o homem-do-saco pergunta se ela é a Mônica de Sousa. e acaba carregando também por ter desobedecido o pai por ter assistido televisão até tarde.

Dentro do saco, as duas encontram todas as crianças malcriadas do mundo que o homem-do-saco tinham levado, comandadas por  Pedrinho Faisasartes, que havia posto fogo nas cortinas de casa e ainda fica surpreso quando descobre o motivo delas estarem lá dentro, achando o homem-do-saco cada vez mais exigente. Ele diz que ninguém sai mais do saco depois que entra e ficam brincando o tempo todo, inventando jogos para passar o tempo. Eles brincam juntos, até que Cebolinha e Cascão entram no saco também. Cebolinha por não ter arrumado o quarto que a mãe pediu e Cascão por ter jogado futebol na sala sem a mãe saber.

Depois dos meninos descobrirem sobre a história do homem-do-saco e que não vão mais sair de lá, as crianças brincam para valer, mas quando lembram que vão ficar lá para sempre ficam emocionados de que nunca mais vão ver os pais e dariam tudo para voltar para casa. Nessa hora, desperta a fome incontrolável na Magali por ter ficado horas sem comer e ainda fica mais desesperada por saber que não tem nem pirulito e sorvete lá. Ela fica nervosa demais, socando tudo que encontra e o Cascão suando muito de nervoso, faz com que a Magali encontra o fundo do saco e consegue rasgar com o braço e libertar todas as crianças de lá.

No final, o Fredregunço fica inconformado que o saco mágico ficou inutilizado e ver se arruma uma nova profissão, quem sabe como ajudante de Papai Noel especializado em saco. As crianças voltam para suas casas e prometem não fazer mais artes e fazerem o que os pais mandaram antes de entrarem no saco. Mônica vai ver a Magali na casa dela e a vê comendo muito para compensar o tempo que ficou sem comida e a Mônica comenta que a Magali que é o verdadeiro saco sem fundo, se referindo ao estômago da amiga que nunca fica saciada.
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Essa história é muito boa, um clássico da Magali, que faz alusão à lenda do homem-do-saco que carregam crianças desobedientes. Tudo indica que foi roteiro de Rosana Munhoz, por se tratar de fábula, magia, e sem contar que saíam muitos histórias da Magali dela na época. Os traços excelentes, com direito à curva nos olhos dos personagens com raiva ou só um um risco nos olhos quando estavam emocionados demais e interessante ver fundo preto em quase toda a história, o que é raro nos gibis da MSP, só quando retrata escuridão total como foi nessa. Até capas de fundo preto era bem raro.
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Em seguida vem "Dudu Comilão", de 3 páginas. Nela, Dona Cecília, mãe do Dudu serve o almoço para o filho e diz que vai ficar uma semana sem assistir televisão se não comer tudo. Ela sai e ele come tudo bem rápido e pede mais. Dona Cecília fica feliz e serve outro prato e ele come tudo de novo e por mais uma vez. na quarta vez, a comida acaba e Dudu reclama que logo hoje que estava com fome de leão. Debaixo da mesa, Magali diz que não tem problema porque já estava satisfeita, entregando, assim, o plano infalível do Dudu. Dona Cecília o deixa de castigo e ele vai na janela e comenta com o Cebolinha que o plano dele não deu certo, ao ver o Cebolinha e Cascão surrados pela Mônica. 

História do tipo de outros personagens criarem seus planos infalíveis sem ser o Cebolinha, mas sempre se dando mal no final, a seu modo. Magali que exerceu a função do Cascão de estragar o plano do Dudu. De certa forma, a ideia central não deixa de ser semelhante à história "Aluguel de barriga", que Magali também ficou embaixo da mesa pra comer o almoço do Dudu, que sairia 3 edições depois, em 'Magali Nº 56', de 1991.
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Trecho da HQ "Dudu Comilão"
"Só um pouquinho", história muda de 2 páginas, com Magali dando um pouco de pipoca para os bichos que encontra na rua. Ela dá pipoca pra passarinhos, gato, cachorros e vai ao zoológico para não ficar sem a pipoca, já que lá não pode alimentar os animais. A seguir, a história completa:
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HQ "Só um poquinho"
Em "Come-come", de 3  páginas, Magali joga com seus amigos jogos que lembram comer peças adversárias. Com o Dudu ela joga damas, com a Mônica videogame Come-Come e Franjinha, xadrez. Com todos, Magali come tudo, uma especialista em comer peças e seus amigos ficam até assustados com a sua façanha. Quando chega em casa, Dona Lili diz pra filha que o almoço vai ser servido e ela diz que não vai comer porque está com sensação de estar satisfeita, já que "comeu" várias peças dos jogos. Só assim para ela ficar empanturrada sem comer nada real.
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Trecho da HQ "Come-Come"
O gibi termina com "A travessia", uma história do Mingau de 7 páginas, em que ele vê um prato de peixe esfriando na janela enquanto está passeando na rua e deseja ir até lá para pegar o peixe, mas não conta que tinha um cachorro grande e brabo tomando conta da casa. O cachorro não deixa pegar o peixe e avança nele e ai Mingau passa a fazer várias tentativas para conseguir. 
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Trecho da HQ "A travessia"
Primeiro tenta fazer acordo com o cachorro para pegar o peixe e repartir com os 2. O cachorro não aceita e ainda tenta bater no Mingau com um osso gigante. Depois, Mingau se equilibra no varal de roupa até tentar chegar na janela e ainda dá um "adeuzinho" para o cachorro enquanto faz a travessia pelo varal, dizendo que ele é mais esperto. O varal arrebenta, Mingau cai, o cachorro ataca e Mingau sai em disparada. 

Depois, Mingau tenta pegar o peixe fazendo um salto de vara, mas quando chega na janela, a dona da casa fecha e Mingau bate de cara na janela e ainda é atacado de novo pelo cachorro. No final, Mingau vai para casa tomar seu leite e impede de um rato pegar um queijo que estava na mesa, fazendo a mesma coisa que o cachorro fez com ele.
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História muito bacana, lembra muito desenhos animados como Tom & Jerry, Pica-Pau, Pernalonga, etc. Gostava de histórias assim do Mingau na rua, contracenando com seus amigos gatos ou cachorros valentões. Hoje em dia, colocariam o Rúfius no lugar desse cachorro valentão. Em vez de criarem um cachorro diferente para cada história, como era na época, passaram agora a padronizar só o Rúfius com essa função de cachorro mais brabo da rua. Traços sensacionais, adorava o Mingau desenhado assim desse jeito.
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Na tirinha final, Cebolinha diz que tem uma surpresa para a Magali que está na sua mão fechada. A intenção era ela adivinhar o que era antes, mas avança na mão para comer, sem nem saber o que era, se era algo pra comer mesmo. Muito engraçada.
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Tirinha da edição
Como podem ver um gibi muito legal, bem característico como era os gibis da Magali na época. Sempre com foco à característica da Magali de sua fome exagerada e pensar em comida o tempo inteiro. E histórias do Dudu e Mingau como secundários fixos se tornava mais legal os gibis dela. Os traços de todas as histórias muito bons, principalmente as de abertura e do Mingau. Vale a pena ter esse gibi na coleção.
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Créditos;)  Marcos Alves > http://arquivosturmadamonica.blogspot.com.br/2017/04/magali-n-53-editora-globo.html

Charge N°53122!

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Charge N°53121!

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Tiras N°8337 : Salmonelas - Benett!

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Charge N°53120!

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Charge N°53119!

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Ria...Se Puder N°5235 - A MINHA RESPOSTA...

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Charge N°53118!

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Charge N°53117!

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Tiras N°8336 : NíQUEL NáUSEA - Fernando Gonsales!

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Charge N°53116!

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Charge N°53115!

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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Socializando HQ N°60 : ALMANAQUE TEMÁTICO - CHICO BENTO - ESCOLA - PARTE 7 - FINAL!

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O ALMANAQUE TEMÁTICO - CHICO BENTO - ESCOLA foi publicado em janeiro de 2013, pela Panini Comics, tem o preço de R$ 6,50 (seis reais e cinquenta centavos) na capa, o n° 25, que indica que a linha de almanaques temáticos tem mais 24 títulos lançados anteriormente, sempre pegando um determinado tema o qual pode ser focado em apenas um personagem (como é o caso deste, com o Chico Bento) ou em vários.
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PROVA DE MATEMÁTICA - Chico tem prova de matemática. Uma das matérias mais temidas de muitos de nós é, também, um bicho de sete cabeças para ele. Seu pai o chama para sair um pouco, A priori, não dá para entender como um pai que preza pela educação de seu filho o diz para esquecer a prova e o leva a ir pescar. À medida que vamos lendo, vamos entendendo o que o Nhô Bento fez. Na verdade, ele usou do subterfúgio daquela atividade de lazer para ensinar ao filho várias coisas importantes de matemática. As questões fluíram tão naturalmente que Chico, entretido com o passatempo, nem percebeu que, na verdade, estava estudando. 

Achei essa HQ uma graça, pelo companheirismo entre pai e filho. Vemos sempre a mãe como mentora do papel mais importante na criação de seus pequenos, e o pai acaba ficando meio de lado, apenas requisitado em necessidades específicas. Então, uma história onde valorizaram essa relação, mostrando que um pai também tem sentimentos de amor, carinho, dá seu tempo a cuidar de seu filho, merece todo meu respeito e admiração.

Por ser ma HQ tão pequena, apesar dos traços serem os padrões em abertura ou encerramento de edições, jurava que ela apenas tivesse sido feita para compor o miolo, mas não... ela foi a abertura da revista Chico Bento n° 36, de junho de 1988, publicada pela Editora Globo. (capa)

A exemplo da postagem anterior, vemos aqui mais uma história do comecinho da Editora Globo. Já fazia cerca de um ano e meio que tinham saído da Abril. O título ainda mantinha o padrão anterior com HQs menores e mais práticas, sem ficarem enchendo linguiça com fatos desnecessários. 

Tudo me leva a crer que esses trabalhos devem ter sido concebidos ainda na era da Abril e reaproveitados nesse início de Globo. Apesar das cores diferenciadas e um acabamento gráfico simbolicamente distinto que a nova casa apresentou, dá para notar que o padrão de muitas tramas ainda era o mesmo. Ainda que já tivesse se passado um ano e meio, a impressão que fica é que a MSP tinha obras em estoque para serem publicadas.
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QUEM DECLAMA... NÃO RECLAMA! - A trama abre com Chico e Rosinha namorando, sentados em um tronco qualquer da Vila Abobrinha, apaixonados e tímidos. Ele, sempre mais tímido que ela. Essa cena já se tornou clássica. Não sei se as publicações atuais ainda mantém ela. Tenho várias revistas da fase Panini aqui, mas confesso que não reparei nesse detalhe.

Mas não se enganem! É uma história de escola mesmo, com os alunos da classe do Chico, a professora Marocas e o nosso caipirinha querido se envolvendo em compromissos do calendário escolar. Na verdade, a turminha tinha que se preparar para uma apresentação especial sobre Dia da Bandeira. Cada aluno ficou encarregado de atuar em respectivas áreas. A princípio, Chico não tinha sido incluído em nada. Logo depois, vemos que a Dona Marocas deixou o mais importante para ele: Chico foi o escolhido para declamar um texto em comemoração à data. 
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Vemos o pessoal impressionado com a função dele, expressando admiração e satisfação. Não demora muito para percebermos a dificuldade que ele tem para decorar sua fala. E quando chega o dia certo, o dado momento, as crianças estão todas eufóricas com a presença dos pais, amigos, vizinhos, muitos adultos da Vila Abobrinha que foram prestigiar a apresentação, mas Chico não é mostrado com uma cara nada boa. Ele já sabia todo o texto que precisaria dizer, porém, a sua timidez em excesso (mostrada no primeiro quadrinho, com a Rosinha) estava tornando aquele momento um pesadelo. 

Todas aquelas pessoas começaram a olhar para ele, que simplesmente começou a 'travar' no palco, diante de todos. É claro que os amigos deram uma 'forcinha' (meio que por trás das cortinas, sem ninguém perceber) e tudo acabou dando certo. 

Foi engraçado o artista ter feito Chico indo ao palco, colocando seu tamanho bem pequenininho em relação aos demais e, após sua apresentação, ele retornando pelo mesmo corredor, mas com seu tamanho alterado para bem maior do que os outros. Essa foi uma maneira bem interessante de expressar a situação em que nos dá um frio na barriga quando estamos sendo vistos em público e, posteriormente, a satisfação de conseguirmos cumprir com o compromisso. 

Infelizmente não consegui encontrar a referência da publicação desta HQ. Uma curiosidade são os cabelos excessivamente bem feitos do Zé da Roça e da Rosinha, que aparecem sem o brilho costumeiro na parte superior de suas cabeças. Os traços são levemente mais grossos e harmoniosos, onde temos a impressão de que os personagens estão discretamente mais fofinhos. Até remetem à lembrança inconsciente do estilo 'superfofo'. Sim, uma vaga lembrança, pois a era 'superfofa', apesar de apresentá-los notoriamente mais rechonchudos, os quadrinhos bastante diferenciados e os personagens com angulações e expressões estereotipadas eram características fáceis de serem percebidas. Fato que nem de longe ocorre no estilo desta HQ de agora que, apesar de trazer um estilo bonito e carismático, era composto por quadrinhos padrão, linhas retas ou curvilíneas em perfeita harmonia, proporcionando assim uma atmosfera mais estática, sóbria e equilibrada.

Foi um prazer compartilhar o ALMANAQUE TEMÁTICO - CHICO BENTO - ESCOLA com vocês. A prioridade era falar apenas de algumas HQs, as mais marcantes de minha preferência, mas foi difícil ficar apenas nelas. 

Trata-se de um apanhado importante de tramas que divertem e mostram que a escola é um lugar interessante e importante às crianças, pois elas aprendem mais sobre o mundo, vão ampliando seus horizontes em conhecimento e também desenvolvem noções de vivência e sociabilidade através dos coleguinhas e demais pessoas que compõem o ambiente.

Ah! Antes que eu me esqueça: esta edição contém 164 páginas. Muito menos do que alguns amigos leitores aqui do blogue pensaram. Eh! Eh! Eh! Mas penso que nem é preciso mais, uma vez que as historinhas são curtas e cumprem bem o seu papel. Como ele foi focado apenas no universo do Chico, não há um 'mix' de outros núcleos para que a gente dê aquela 'respirada' básica de tanta escola e Vila Abobrinha. Bem que poderia acontecer, de fato, algumas tramas com personagens diferentes, afinal, a MSP é composta por uma boa diversidade. Apesar de divertido, manter a mesma ambientação, do começo ao fim da revista, fica cansativo. 

E quem sabe um dia a Mauricio de Sousa Produções resolve facilitar a vida de seus leitores, admiradores e pesquisadores criando um banco de dados próprio de suas historinhas, revistas e publicações em geral, de fácil acessibilidade, para organizar e documentar suas obras...

Um abraço a todos. Muito obrigado pelo carinho, o tempo, a consideração de vocês pelo conteúdo que venho desenvolvendo.

Fabiano Caldeira.
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Créditos;) Fabiano Caldeira > https://socializandohq.blogspot.com.br/2017/03/almanaque-tematico-chico-bento-escola_25.html

Charge N°53114!

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Tiras N°8335 : SNOOPY - Charles Schulz!

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Tiras N°8334 : Calvin and Hobbes - Bill Watterson!

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Charge N°53113!

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Ria...Se Puder N°5234 - QUANDO VOCÊ ASSISTE AQUELA SÉRIE...

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Charge N°53112!

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Tiras N°8333 : Horácio - Mauricio de Sousa!

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Tiras N°8332 : NíQUEL NáUSEA - Fernando Gonsales!

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